Casa da Granja acolhe exposições de António Pinto E Emanuman Defrog

Fotografia e Pintura são o mote de cada uma das exposições patentes na Casa da Granja, inauguradas a 10 de fevereiro.

Composta por 33 fotografias a cores, a exposição de fotografia de António Pinto, que por motivos de saúde, não pode comparecer na inauguração, tem como inspiração o “Douro, Marão e Outros Olhares”, locais pelos quais o fotógrafo tem uma grande paixão.

Verónica Teixeira Pinto, presidente da Associação para a Criação do Museu Eduardo Teixeira Pinto, entidade promotora das iniciativas na Casa da Granja, revelou, aquando da inauguração, o que o público pode esperar da mostra do renomado fotógrafo.

“Tanto o Douro como o Marão têm uma luz única e têm cores únicas e isso vão ver nas fotografias de António Pinto. Por isso são fotografias a cores, para mostrar a cor e a luz daqueles locais que assumem diferentes tonalidades ao longo do mesmo dia”.

Situada nas salas das Cavalariças, a exposição do artista que é também presidente do júri do Concurso de Fotografia «Ilustre Amarantino», iniciativa da Associação para a Criação do Museu Eduardo Teixeira Pinto, da União de Freguesias de Amarante e do Café Bar que vai na sua terceira edição, estará aberta ao público até ao dia 25 de março.

Também até 25 de março poderá ser apreciada a Exposição de Pintura de Emanuman Defrog, jovem lisboeta que encontrou em Amarante um local para expor a sua obra.

“Estas pinturas são um ensaio sobre o virtual, o digital, em contraponto com o lado físico. A esta série chamei-lhe ‘Virtualismo’, mas na verdade é um desvirtualizar, é um traduzir do virtual para o físico”, explicou o pintor.

Verónica Teixeira Pinto regozijou-se também com a obra e presença o pintor, afirmando que considera que “a Casa da Granja deve abrir não apenas a artistas consagrados, mas também a jovens com talento que também tem que ter oportunidade de mostrar o seu trabalho”.

A presidente da Associação não deixou ainda de realçar o papel da União de Freguesias na realização destas Exposições.

“Não posso deixar de agradecer à União de Freguesias de Amarante, na pessoa do Prof. Joaquim Pinheiro, que tem sido incansável no apoio a esta Associação e às suas iniciativas. Então nesta exposição em particular, tenho que realçar a disponibilidade do Sr. presidente para comigo ir buscar as fotografias de António Pinto, que está hospitalizado. São percalços que acontecem, mas o apoio da Junta foi fundamental para que hoje corresse tudo da melhor forma”, evidenciou Verónica Teixeira Pinto.

A presidente da Associação frisou ainda o apoio que a mesma recebe por parte da União de Freguesias de Amarante no que se refere a todas as suas iniciativas.

“A União de Freguesias de Amarante mostrou sempre disponibilidade para colaborar com a Associação para a Criação do Museu Eduardo Teixeira Pinto desde que esta foi criada”, afirma a presidente da Associação, Verónica Teixeira Pinto. “Colocou sempre ao dispor da Associação as instalações da União de Freguesias para as atividades que lá quisesse realizar. A nível de transporte também, mostrou-se sempre disponível para apoiar com os veículos que a União de Freguesias possui”.

Joaquim Pinheiro, presidente da União de Freguesias de Amarante, diz que “este é um apoio que vem no seguimento da importância que esta autarquia dá à cultura e eventos culturais”.

“A Associação para a Criação do Museu Eduardo Teixeira Pinto é uma entidade que traz várias iniciativas culturais à cidade de Amarante, prestando, por isso, um contributo inestimável aos amarantinos, nestas terras intrinsecamente ricas de artistas de vários quadrantes. Neste sentido, a União de Freguesias não poderia deixar de manifestar a sua disponibilidade para colaborar e apoiar em tudo o que lhe seja possível para que esta Associação continue a proporcionar aos amarantinos as mais variadas manifestações culturais”, conclui Joaquim Pinheiro.

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